sexta-feira, 29 de junho de 2012

Entre ser o Único de todos

Todos os dias, horas, minutos, segundos e questões de milésimos, o ser humano ainda não compreende – na pior das hipóteses não querer compreender – o espírito de um grupo ou apenas a coletividade do dia a dia. Não enxergar vantagens e benefícios em um trabalho de grupo, não ter o tato de: “fazer o bem sem olhar a quem”.
A seleção natural criada por Charles Darwin, afirma que evoluções derivadas da genética, fluxo gênico e pressão de mutação, pode sim, reduzir as características desfavoráveis que são hereditárias, tornando-as menos comuns. Assim, características pessoais modificam esses processos desenvolvendo características adaptativas mais e mais complexas.
Individualismo: Um processo político, moral e social que passa ser a frente de um grupo da sociedade e também ao Estado. O individualismo para o “Homem Renascentista”, passou a desenvolver-se como uma competição entre seus pares, por talento, capacidade e ações individuais.
Segundo Jean Paul Charles Sartre – Metafísico e Fenomenologista – o “exercício” da liberdade individual, fez com que as pessoas diferenciem-se uma das outras, através de uma simples escolha.
Coletivismo: Denominam como um sistema social com boas produções e consumos igualitários entre membros de uma mesma coletividade.
Um pouco confuso; procurar “boas explicações” para a coletividade torna-se cada vez mais crítico. Frederick August Von Hayek – Economista – publicou em seu livro “O Caminho da Servidão” de 1994 – traduzido em vinte línguas – que o coletivismo é considerado uma submissão do ser humano, pois, não ter autoridade para tomar decisões torna o ser humano menos capacitado.
A maneira em portar-se junto ao grupo, ou como “uma única” pessoa, passa por cima de todas as teses já apresentadas e já questionadas, tanto por Darwin , quanto aos “críticos da vida”.
O ato de solidariedade é simples, rápido e prático. Fazendo com que isso, traga-nos o retorno que não buscamos. Traz a simplicidade que estamos à procura todos os dias, quando acordamos, tiramos a preguiça de cima, banhamo-nos, tomamos café, folhamos o jornal e por aí adiante!
Ao chegar no final do dia, procuramos acertar, não esquecendo que estamos, ou melhor, precisamos sempre de uma companhia. Alguém que possa estar ali para te ajudar na situação difícil. Muitos apegam-se em crenças e religiões, outros nem tanto, preferem o seu isolamento deixando de lado o coletivismo e contato com a individualidade à flor da pele.
Acima de leis ou teorias, continuamos buscando assim o problema de todos nós seres humanos; companhia, zelo, respeito e reconhecimento.



Nenhum comentário:

Postar um comentário